
O Amazontech 2025 começou oficialmente nesta quinta-feira (4), reunindo autoridades, empreendedores, produtores e visitantes em solenidade no Centro Amazônico de Fronteira (CAF) da Universidade Federal de Roraima (UFRR). O evento, que volta ao Estado após 24 anos, segue até sábado (6), com entrada gratuita e uma estrutura de 20 mil metros quadrados. A expectativa é que mais de 15 mil pessoas participem dos três dias de programação.
O reitor da UFRR, José Geraldo Ticianelli, celebrou o retorno do Amazontech a Boa Vista.
Receber o Amazontech na Universidade é simbólico. Aqui é onde geramos conhecimento e, durante esses três dias, vamos mostrar à sociedade as pesquisas e soluções que desenvolvemos para Roraima e a Amazônia.Afirmou.
O vice-reitor, Silvestre Lopes da Nóbrega, ressaltou que o evento possibilita “um processo de integração, conectando ciência, inovação, tecnologia e desenvolvimento sustentável. É uma oportunidade de discutir o futuro da Amazônia”.
A chefe-geral da Embrapa Roraima, Hyana Primo, ressaltou a relevância da parceria com outras instituições para a realização do encontro.
Estamos com 16 unidades da Embrapa mostrando soluções tecnológicas para produtores e empreendedores. É uma oportunidade única para quem quer inovar no setor agropecuário.Disse.
O presidente da Faperr (Fundação de Amparo à Pesquisa de Roraima), Pedro Cerino, afirmou que o evento fortalece a ciência e a inovação.
A Faperr tem tudo a ver com o Amazontech. Estamos apresentando projetos que vão contribuir para o desenvolvimento do Estado.Declarou.
Estiveram presentes ainda o vice-governador Edilson Damião, o prefeito de Boa Vista, Arthur Henrique, os senadores Chico Rodrigues e Hiran Gonçalves, além de superidententes do Sebraes da Amazonia Legal e de São Paulo, do presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae, Silvio de Carvalho, Emerson Baú (superintendente), Doan Rabelo (diretor técnico) e Almir Sá (diretor de administração e finanças).
Público se encanta com estrutura e programação
A abertura contou com o coral da Escola de Música de Roraima e a palestra magna “O novo modelo de negócios do mundo”, ministrada pelo diretor técnico do Sebrae Nacional, Bruno Quick. Simultaneamente, o público pôde conferir os estandes, a praça de alimentação e os espaços dedicados à tecnologia, ciência e empreendedorismo.
O auditório cheio do CAF e a movimentação intensa mostraram o interesse do público no primeiro dia. A autônoma Deiza Rejane Muniz Barbosa, 56, disse que a edição de 2025 marcou sua primeira participação no Amazontech.
Estou encantada. É um evento excelente, um incentivo para o desenvolvimento da Amazônia. Espero que se repita por muitos anos.Disse.
A professora aposentada Maria do Carmo Ramos Chaves, 70, viajou de Manaus para prestigiar a feira. “É a primeira vez que participo e achei lindo. Estou encantada com tudo”, contou.
Sua filha, a professora Roberlane Ramos Chaves da Costa, 52, também aprovou o evento. “Dá para aprender muita coisa. É um aprendizado enorme e o evento está muito bem organizado”, afirmou.
A empreendedora Regeane Chaves Benevides dos Santos, 42, destacou que o Amazontech promete ajudá-la em seus planos de negócio.
Quero empreender no ramo de cosméticos e o evento tem clareado minha mente. Ele mostra não só como empreender, mas também como cuidar da Amazônia.Disse.
Por sua vez, a consultora Gessi Dallalba, 58, elogiou a estrutura. “É um evento que integra pesquisa, inovação e negócios. Representa uma evolução enorme para o Estado”, avaliou.
Programação até sábado
A feira conta com 138 palestras simultâneas, seis auditórios e uma ampla área de exposição com produtos, serviços e soluções voltadas para inovação e desenvolvimento sustentável.
O Amazontech 2025 é uma realização do Sebrae Nacional, Sebraes da Amazônia Legal, Sebrae Roraima, Fundação de Amparo à Pesquisa de Roraima (Faperr), Embrapa e Universidade Federal de Roraima (UFRR). Conta com o patrocínio do Governo de Roraima, Eneva, Caixa Econômica, Finep – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, ZEG, Neria, Sistema CNA/Faerr/Senar, Prefeitura de Boa Vista, além do apoio da GAO Tech, Trashin, Treeback, Embrapit, Caer e Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).
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