Empresária de Roraima está entre os presos por atos terroristas em Brasília

Foto: Reprodução
Regina Aparecida Silva, de 53 anos, é dona de uma empresa de cultivo e fabricação de produtos do arroz.
Fonte: G1 RR

A empresária do agronegócio em Roraima, Regina Aparecida Silva, de 53 anos, foi uma das pessoas presas em Brasília no dia dos ataques terroristas ocorridos na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Ela estava junto aos mais de mil manifestantes radicais contrários à vitória do atual presidente Lula (PT) que acampavam em frente ao Quartel-general da capital federal e pediam intervenção militar, o que é considerado ato antidemocrático.

Regina é sócia do marido em uma empresa de cultivo e fabricação de produtos do arroz em Roraima. Em 2022, ela foi suplente do candidato ao Senado pelo PMN Juiz Helder Girão, porém, ele teve a candidatura barrada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

A empresária está presa na Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia.

No dia em que foi presa, Policiais Militares do DF e a Polícia do Exército cercaram o quartel general do Exército após a depredação e ataques às sedes dos três poderes de Brasília, onde os manifestantes foram colocados em ônibus e levados para a Polícia Federal onde permaneceram no ginásio da academia da PF.

O filho de Regina disse que a mãe passou por uma audiência de custódia e recebeu o aval da Procuradora Federal para ser solta. No entanto, aguarda manifestação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes – ele é quem vai decidir ou não pela liberdade da empresária.

A empresária, segundo o filho, provou não ter participado do vandalismo que destruiu os três poderes. Um advogado acompanhou Regina durante audiência.

Na audiência, a defesa alegou que Regina viajou de Boa Vista a Brasília no dia 8 de janeiro para falar com conhecidos no quartel general. Em seguida, ela iria pegar um ônibus da capital federal para o município de Itauçu, em Goiás, onde moram os pais dela.

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