Funcionária de lotérica diz que apostador vencedor da Mega prometeu dar carro de presente

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Operadora do caixa afirma, no entanto, que responsável por fazer o jogo do bolão que ganhou R$ 122 milhões no último sábado ainda não voltou
Fonte: R7
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Categoria: Nacional

O movimento na Lotérica Santo e Santo, que fica na mesma rua da empresa onde funcionários ganharam o bolão da Mega-Sena em Santos, no litoral de SP, está bem mais intenso nesta semana. O local registra filas constantes, todos tentando a mesma sorte. No último sábado (2), um bolão feito horas antes do sorteio na lotérica foi premiado. Cada um dos 44 funcionários da empresa de logística, que fica no porto de Santos, vai embolsar pouco mais de R$ 2,7 milhões.

A operadora de caixa da Lotérica, Luciana Pereira, que registrou a aposta vencedora, contou que um único funcionário foi até o local representando os demais, por volta de 11h30 de sábado. Ela disse que a pessoa estava calma e tinha todos os números anotados. Pagou mais de R$ 700 pelo bolão. E revelou que daria um carro à atendente caso o bolão fosse vencedor.

“Mas acho que ele nem recebeu ainda. Tem que esperar ele se acalmar. Que eles façam bom proveito. Que Deus abençoe ele e que tragam meu prêmio”, afirma.

Entre os vencedores estão profissionais da limpeza, técnicos e até mesmo coordenadores, gerentes, analistas, executivos e diretores da empresa portuária, que tem cerca de 200 funcionários.

No entanto, o que era para ser apenas felicidade também motivou preocupação entre os premiados, já que o nome de alguns vencedores e até mesmo o número de telefone deles foram vazados. A aposta foi organizada em um grupo de aplicativo de mensagens, e o vazamento aconteceu por meio de pessoas que estão no grupo e não participaram do bolão.

Segundo um dos vencedores, que não quis se identificar por motivo de segurança, “algumas pessoas que deixaram de apostar chegaram a chorar ao saberem do resultado”. Alguns dos vencedores tiverem seus perfis em redes sociais divulgados e excluíram as contas com medo de ser localizados, já que estavam sendo abordados por pessoas desconhecidas.